O Ciência Itinerante em números

Desde de 2011, o Ciência Itinerante vem se apresentando em colégios e eventos por todo estado do Ceará. São quase 40 apresentações, chegando a mais 9.000 pessoas alcançadas pelo nosso trabalho. Pessoas que descobriram conosco que a Ciência e a Tecnologia podem ser algo divertido e que está mais presente em nossas vidas do que imaginamos.

O arquivo no final desse post mostra a relação de todas as apresentações desde junho de 2011 até julho de 2013, com informações sobre os lugares que já passamos.

 

LEVANTAMENTO CIÊNCIA ITINERANTE

 

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Visita à São Gonçalo

Nesta semana foi a vez do município de São Gonçalo receber o Ciência Itinerante. A visita teve como intuito a participação do projeto na 1ª Semana Municipal Ciências & Tecnologia, uma prévia da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia que ocorre em todo país nos dias 29/10 a 01/11, e foi resultado de uma parceria selada entre Prefeitura de São Gonçalo e Governo do Estado. Os alunos das Escolas Municipais da sede do município e de localidades vizinhas puderam participar de várias experiências com os monitores.

O público, ávido pela novidade, formou fila na entrada do ônibus.
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Participação do Ciência Itinerante na ação de férias da SECITECE

Com apenas uma única apresentação feita no nosso novo laboratório já deu para perceber que ele é um grande atrativo. Prova disso, foi ação que aconteceu nestas férias de julho, onde os colaboradores da Secretária de Ciência, Tecnologia e Educação Superior (SECITECE) tiveram a oportunidade de levar seus filhos para conhecer seu local de trabalho, e fizeram questão de ter a participação do Ciência Itinerante neste dia. A apresentação contou com a presença da Sra. Maria Izolda Cela de Arruda Coelho (Secretária de Educação do Estado), do Sr. Renê Teixeira Barreira (Secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior) e do Sr. Francisco Carvalho de Arruda Coelho (Coordenador de Ciência e Tecnologia), além de todas as crianças que se divertiram e interagiram com os monitores.

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Nossa 1ª apresentação no ônibus

No dia 12 de julho de 2013, nosso projeto se apresentou pela primeira vez no ônibus adaptado, essa apresentação ocorreu na Universidade de Fortaleza (UNIFOR) para bolsistas de Iniciação Científica Junior, com idade entre 14 e 18 anos e oriundos da escola pública, que fazem parte de projetos coordenados por professores da universidade. A apresentação ocorreu em dois momentos, o primeiro no Auditório da Biblioteca, onde os monitores fizeram uma explanação teórica sobre cada área. O segundo momento foi dentro no ônibus, onde os alunos puderam conhecer a instalação e participar de mais uma apresentação, dessa vez, prática. O evento teve cobertura da Assessoria de Imprensa e de canais televisivos.

Pelo que podemos perceber nosso ônibus já é sucesso, todos adoraram conhecer e ficaram encantados com a novidade. dsc_0706.2 dsc_0710.2 dsc_0721.2 dsc_0727.2 dsc_0729.2 dsc_0735.2

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Balão-foguete

O Princípio da Conservação da Quantidade de Movimento Linear diz que “todo sistema sempre conserva constante a sua quantidade de movimento linear”, esta podendo ser inicialmente nula ou não.Neste experimento, o sistema considerado é o balão e o ar que ele contém, para o qual a quantidade de movimento linear inicial é nula.

Ideia do Experimento

O experimento consiste de aproveitar o movimento de um balão cheio quando é solto com a entrada de ar aberta de tal modo que este movimento seja retilíneo. A ideia é a de explorar a compensação de quantidades de movimentos que ocorre neste experimento. Enquanto o balão se desloca para um lado, o ar que escapa dele se desloca no sentido oposto.

Tabela do Material

Ítem
Observações
Um balão
Do tamanho normal de balões usados em aniversário.
Linha (2 m ou mais)
Qualquer tipo de linha lisa serve. Nos nossos testes, a linha usada para soltar pipas do tipo 10 deu melhores resultados.
Fita adesiva
Canudo de refrigerante

Montagem

Grude o canudo sobre o centro do balão, com ela ainda vazio.

Passe uma das pontas da linha por dentro do canudo.

Coloque o balão na extremidade correta. Encha o balão e solte-o.

Comentários

  • A forma do balão e a posição na qual se cola a fita sobre o balão são fatores cruciais para o sucesso do experimento. É aconselhável praticar um pouco, para que se identifique o ponto ideal de contato, uma vez que a forma dos balões varia muito.

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Criando seu fóssil sintético! – Biologia

Na região do Cariri-Centro-Sul,  existe um grande mercado turístico estimulado pela presença de sítios arqueológicos e ecológicos reforçados com a criação do Geopark do Araripe onde existem pesquisas a cerca de fósseis de organismos que viveram a milhares de anos nesta região.

Os fósseis são restos de seres vivos de todos os reinos biológicos (Monera, Protista, Fungi, Animalia e Plantae) que foram preservados até a atualidade por alguns anos, milhares ou até milhões de anos. Esta conservação do fóssil ocorre graças aos fenômenos da natureza (gelo, argila, aridez do solo). Esta conservação acontece de forma natural. Além da conservação em rochas e pedras, os seres vivos podem ser transformados em fósseis pelo processo de congelamento ou conservação em âmbar (resina fóssil de origem vegetal). Neste último caso é comum encontrarmos fósseis de insetos. Os ossos humanos e de animais, que viveram há muitos anos atrás, também são considerados fósseis. Com estes fatos, irei ensinar a vocês como fazer uma prática de conservação de insetos em resina cristal simulando os fósseis encontrados em âmbar!

MATERIAL A SER UTILIZADO: 

·        Resina poliéster cristal

·        Monômero de estireno

·        Catalisador

·        Frasco com volume conhecido

·        Acetona

·        Algodão

·        Bastão (vidro, madeira,etc)

·        Conta-gotas

·        Papel Paraná (com espessura grossa)

·        Fita crepe

·        Régua

·        Parafina

·        Tesoura

·        Estilete

·        Lápis

·        Panela

·        Massa de polir nº 2

·        Cera automotiva

·        Flanela

·        Estopa ou algodão

 

PREPARO DA RESINA: Utilizando-se um frasco com volume conhecido (por ex. bécker), a proporção é a seguinte: para cada 20 ml de resina, vamos adicionar 4 ml de monômero de estireno e mais quatro gotas de catalisador.

Primeiro mistura-se a resina com o monômero de estireno (que funciona como um solvente da resina), usando-se para isso um bastão de vidro ou algum material semelhante, deixa-se descansar por um tempo até que as bolhas comecem a desaparecer. Estando sem bolhas, adiciona-se o catalisador e mistura-se vagarosamente deixando descansar novamente. Assim que as bolhas diminuírem  pode-se usar a resina preparada.

A limpeza do material utilizado deve ser limpo com acetona que é outro solvente da resina só que não pode ser usado como o monômero, pois é mais volátil.

1ªFASE:            Preparar o objeto a ser incrustado, se for algum invertebrado, tem-se que montá-lo e depois colocá-lo para secar, o mesmo com vegetais, sementes, outros objetos, como moedas é preciso somente dar uma polida para que fiquem com uma aparência melhor, e assim por diante.

2ª FASE :         Em seguida vamos utilizar uma caixinha de papel Paraná (papel próprio para manufatura de caixas de presentes) para servir de molde para o bloco, sendo que deve haver um espaço de mais ou menos 0,5cm a 1,0cm entre o objeto e a parede interna da caixinha de papel e no mínimo de 0,5cm de base e altura, ou deixar a distância preferida. A caixinha não tem um tamanho padrão, vai depender do tamanho do objeto a ser colocado.

Pode-se usar também moldes de borracha de silicone, onde tem-se que usar uma caixinha de papel Paraná para fazer o contra molde, por exemplo; fazemos a caixa e despejamos a borracha de silicone até mais ou menos metade da altura da caixa, em seguida colocamos um outro bloco que pode ser retangular, pressionando contra a borracha e esperamos secar. Com o molde de silicone, os blocos saem mais perfeitos, você pode escolher qual método é mais viável no momento. A borracha de silicone é preparada do mesmo modo que a resina, mistura-se um solvente na borracha e depois um catalisador e espera-se secar.

3ª FASE:          Preparar a resina para ser usada do seguinte modo; a proporção é para cada 20 ml de resina, coloca-se 4 ml de monômero de estireno e 4 gotas do catalisador.

O preparo da resina poliéster deve ser feito da seguinte maneira: despeja-se a resina em um recipiente, adiciona-se o monômero de estireno e mistura-se vagarosamente, a fim de evitar a formação de bolhas, deixa-se descansar por um tempo até que as bolhas comecem a dissipar e logo em seguida adiciona-se o catalisador, misturando vagarosamente outra vez.

4ª FASE:           Colocar  a resina na molde (caixa) deixando a espessura desejada, essa primeira camada será a base para que o objeto a ser colocado não desça até o fundo do molde inutilizando a peça.

5ª FASE:           Depois de colocado a primeira camada, que deverá ter um tempo de espera de seis a oito horas, ou 24 horas (se a próxima camada a ser colocada demorar muito tempo,mais de uma semana, a camada poderá ficar côncava) põe-se o material escolhido tomando o cuidado para que fique na posição desejada e prepara-se mais resina para fazer mais uma camada que deverá ser posta a fim de cobrir o material.

Se o material escolhido for muito leve, deve-se pôr resina sem que essa cubra o material, pois este pode flutuar e acabar ficando inclinado. No caso de insetos como besouros que possuem muitos pêlos e um corpo onde pode contêr ar, é preciso dar um banho de resina antes de cobri-lo por inteiro, pois podem aparecer bolhas de ar à medida que a resina vai secando.

6ª FASE:          Após ter posto a segunda camada, a terceira pode ou não cobrir  o material, dependendo da sua espessura, se não cobri-lo, deve-se esperar o tempo necessário para completar a camada final, a qual deve ter uma espessura de mais ou menos 0,5 cm do material. Agora é só esperar secar para podermos continuar o trabalho.

7ª FASE :        Depois de seco bloco de resina, que podemos verificar encostando o dedo na superfície do bloco, se ficar a marca das digitais é porque o bloco ainda não está seco totalmente, mas existe um tempo que esperamos para podermos começar a fase de lixamento. Que é de mais ou menos vinte dias, aí já podemos começar a outra fase. O tempo de secagem da resina vai depender do clima da cidade, taxa relativa de umidade do ar, qualidade da resina, do catalisador, assim como a validade desses produtos.

8ª FASE:       Estando o bloco pronto, começamos a lixar usando a seguinte ordem: As lixas a serem usadas são as seguintes começando pela gramatura 80, 100, 120, 180, 220, 320, 400, 600, 1000, ou 1200. Começando de uma gramatura bem áspera, e à medida que vamos lixando vamos aumentando a gramatura das lixas pois cada lixa com gramatura maior, vai tirando os riscos da anterior até chegarmos na 1000 ou 1200 que é a mais fina. Passamos agora para o polimento que vai ser dado com utilizando-se massa de polir nº 2 e cera automotiva para dar o acabamento final.

Ótimo não? Seguindo esses passos… não tem erro!

Prof. Teófilo Sucupira.

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Prática de desenvolvimento vegetal: Condução de seiva!

No Ceará, as regiões Metropolitana de Fortaleza, Litoral Oeste, Sobral-Ibiapaba, Baturité, Litoral Leste-Jaguaribe e Cariri-Centro-Sul possuem agricultura desenvolvida. A fruticultura irrigada é uma das principais atividades desenvolvidas por essas regiões tendo grande importância no comércio e na produção de empregos. Os municípios produzem também, em geral, flores tropicais para importação e exportação a nível internacional. Com isto, podemos enfatizar as etapas do desenvolvimento das plantas em geral sendo frutíferas, hortaliças ou mesmo da floricultura através do estudo dos tecidos condutores de seiva e sua importância no desenvolvimento do vegetal.

DA PRÁTICA: A seiva é um líquido complexo que circula no organismo vegetal. A seiva ascendente ou mineral corre pelos vasos lenhosos e é formada da solução extraída do solo pelas raízes; a seiva descendente ou orgânica circula pelos vasos do líber e forma-se da anterior acrescida dos produtos da fotossíntese.  Com a simples utilização de corantes e flores brancas, visualizaremos como se dá a condução de seiva bruta e elaborada (Ascendente e descendente).

MATERIAL:

  • Becker’s, tubos de ensaio ou provetas.
  • Corante orgânico
  • Flores frescas de pétalas brancas
  • Luminária ou Luz solar intensa
  • Água
  • Estilete
  • Tesoura

PROCEDIMENTO: 

  • Aplique o corante na água até que fique na cor desejada.
  • Retire as folhas da flor
  • Corte o caule da flor no tamanho Maximo de 15 cm. Após o corte mais 2 cm com o caule imerso dentro da solução com corante.
  • Aponte a luz de alta intensidade para as pétalas
  • Observe os resultados.Como você pode ver nas fotos abaixo… os resultados são fantásticos! Esta é apenas a atuação de uma das áreas da Biologia conhecida como Fisiologia Vegetal. Qualquer dúvida é só perguntar via e-mail. Grande abraço!

Prof. Teófilo Sucupira

teobiologi@yahoo.com.br

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